segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Bento vai passar o final de semana em sum paulo

Os dias passam rápidos na vida de Bento, como só trabalha uma hora e meia, o resto do dia tenta pegar jacarezinho na orla martima de São Sebastião. Bento como dito, rapaz maravilha, mas no útimo final de semana aconteceu algo ainda inédito para Bento. Depois de uma sinuca com dois portugueses e tres tibetanos criados na replublica do congo, nosso amigo foi convidado para conhecer a capital paulista, São Paulo.

Chegando na capital, uns predião legal e japones para tudo quanto é lado, Bento soltou a velha e boa frase.

-Maaaaarrrravilha!!!!

Apenas lembrando ele disse isso na própria marginal antes mesmo de sentir cheiro de colônia de porco que aquele tal de rio pinheiros de hora em hora exala. A porta de entrada de São Paulo não foi das melhores para Bento, marginal engarrafada, cheiro de estrume misturado com Colônia francesa oriunda das lojas - impérios.

Emfim, depois de horas intermináveis escutando a rádio local num mix com caminhões e ônibus freando, Bento e seus amigos africanos chegaram em seu destino, favela Heliópolis, Bento logo gostou pois acho que a estrutura é superior a sua humilide residência, um banheiro quimico usado no Super Surf do ano 1989.

Em um final de semana bacana, com alegria e felicidade, escutando musicas de qualidade e de composição de artistas famosos, como MC Xote e a banda Viga no Vão, Bento maravilha estava todo maravilhado. Nestas de sair sem saber o destino, o rapaz errou a condução e num piscar de olhos de peixe chegou ao famoso e promiscúo bairro da consolação.

Na consolação, desesperado sem saber voltar para a favela, começou a questionar e indagar pessoas com versos, uma forma de aproximar pessoas sem parecer que era uma mendigo, uma das pessoas era o Zeca Bananeira, rapaz que frequentava quase que diaramente a favela heliópolis com a desculpa que a coxinha da dona shirley era a melhor do mundo.

Papo vai, papo vem, Zeca o convidou para tomar uma cervejinha em seu humilde apto, na qual morava com Deco du dé e com um recente morador que ele mesmo não sabia o nome, era Théo Orleans de Bragança. Depois de 34 cervejas, Bento não sabia onde estava e contava a sua história, a sua fuga dos pais, da sua cidade e o que tinha que fazer para sobreviver, que era nada!

Tornaram-se muito amigos, e o convite de retornar para capital foi inevitável, e as chancelas do apto estarão abertas para Bento. Que depois desta saga retornou a sua vida agitada de publicitario e pegador de jacaré.

"Sonhar traz a realidade perto do coração"

 

Cade as palavras

Posso pensar em escrever todos os dias
o estoque de palavras é pequeno e pouco vasto
e na curta experiência de escrever sei
sei, sei, sei , a vera eu nem sei se não sei ou sei.

Participo da histórias e dos contos dos meus devaneios
Na insanidade vou além
Saio desta orbita
ainda não sei para onde..


Lugar que eu chamo de normal mundo de Abel
é repleto de verdes campos e pessoas de todas as raças
credos, cores e vocações,
na minha visão é o lugar que trouxe a alegria da minha pscilogia barata.

"os olhos são a janela da alma"

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Alegria é um estado imaginário

No clímax da alegria
penso porque não sou
o tempo todo assim
ser feliz, apenas feliz

Deve ter um motivo
e tem um motivo
simples e curto
se tivesse apenas alegria
não saberiamos o que é alegria
pois tudo seria normal

por isso, repito
criemos a nossa alegria
no estado imaginário.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Poema construido a partir da lembrança do que é algo

Perdemos muitas vezes,
nem sabemos o que
muitas vezes tenho que dizer
perdi, perdeu, perco

Ganhamos outroras vezes
sabemos o porque
grito, berro, brutalizo
Ganhei, ganho, venci

Porque somos medidos em vitorias e derrotas?

Théo de Orleans, toda história tem de ter um inicio

Em todos verdes mares e campos lindos de rosas brotando, nunca saberemos o que vai surgir e nascer para livrar a nossa humanidade dos pecados e dos desejos do inferno.

Com estes prazeres acontecendo o nosso nobre e honesto rapaz surgi na cidade de São Paulo, o nome dele é Théo de Orleans, criado em uma comunidade hippie na cidade de Pirinopolis, Goias, Théo, sempre foi educado a amar o próximo e ser uma pessoa boa.

Théo, apelidado "teco telecoteco na batida do manéco", mais este apelido era muito comprido assim poucas pessoas o chamavam apenas sua mãe, seu coelho mágico e seu amigo imaginário, Celsinho.

Na sua chegada em são paulo, ainda não sabemos o motivo real, Théo morava com amigos que conheceu numa rodoviaria em Catalão, sempre muito prestativo, fazia todos os trabalhos domésticos para não pagar as despesas de casa, ja que estava desempregado. Sua profissão era sonhador e escritor, ele escrevia contos e historietas sobres personagens imaginários que nascem todos os dias na maternidade que esta localizada em seu cérebro.

Sua fonte de inspiração era as pessoas na rua, por volta das dez e trinta e dois ele terminava todos os deveres de casa e sai para rua, cada dia para um sentido, nunca sem ponto final ! caminhando até um bar que gostasse, ali tomava uma dose de ypioca ouro e inicia a operação, fica horas analisando a sociedade, o varios tipos de personas que passam diante do seu nariz e que poderiam trazer uma historia encantadora.

Ja pela terceira dose de Ypioca ele diz;

- Eeeeee  começammmmmm oooossss  trabaaaa lhosss!!!! (totalmente embreagado)

O sonhador escreve sobre imigrantes, moçinhas, ladrões, prostitutas, crianças, cachorros, latas de lixo (para ele são seres vivos) e outras demais coisas. Em numa  destas sentadas conhece Deco, o famoso Deco du dé,  exatamente 4 segundos depois da primeira fala com Deco, Théo percebe que ele era o mais novo melhor amigo. Começemos a contar esta linda e tragica amizade.

Refletimos sobre o dialógo, Théo inicia o bate papo;

- Oooooooopaaaaa, vaammmoo cair para dentrooo? (pareçe besteira mas não é)
- Topo!! pq não?
-Garçommmmmm!!! trais uuuma pinguinnnnnnhhhaaaa pru mi nuevo amigoooo!!!

Deco depois de muito embreagado, com pingas, convida Théo para morar em sua casa bem localizada e que não precisaria realizar tarefas domésticas nenhuma já que a casa era uma desordem, um caos!!.

Com sua trouxa de ruoupa, que consistia, em uma escova de dente uma cueca limpa e duas meias além da sua calça levis 501 e sua camiseta lacoste, Théo aceita.

Este ato vai mudar a vida de Théo, da desgraça ao paraiso ele chegará nesta mudança..

"Depois do episódio do apagão, percebemos que muitos de nós nao conseguiriamos sobreviver sem energia elétrica, só de pensar que energia é algo tão novo perto da existençia da humanidade"



quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Seção ... Meu pai dizia...

Neste post vou homenagiar meu pai e todos os pais, em mais uma insanidade do autor.

Meu pai dizia;

* Isto! é mió que dois dedo no zóio..

* Boi preto cheira boi preto...

* De graça até injeção na testa....

* Com malandro sou malandro meio...

* Malandro é o pato que nasce de pé chato para não servir o exército..

* Mané é mané ... andré é andré...

* Num to trocando nem nota de dois por cinco..

* Agora é "oichi e meia"...

* Té besta..

* Bobão boabão é só o jeitão...

* Até eu que sou mais besta!!...

* Malandro é o pato que nasce de dedos grudados para não usar aliança (Flavia)

* Quem nasce prego nunca vira martelo (Flavia)

* Quem nasce suzi nunca vira Barbie (Flavia)

*Malandro é o gato, mas não pq nasce de bigode, mas porque só pega as gatinhas  (Carol)

* Sabe qual é o grande problema de procurar emprego? é achar!!!

Clara caralina, a moçinha das historietas

Como toda boa história tem de ter uma moçinha e não seria diferente neste louco e dissimulado contos de uma mente insana.

Clara caralina, primeiramente vamos descrever a linda moçinha, para todos nós ficarmos apaixonados e com dó da nossa heroina. Clara, menina simples do interior de Santa Catarina, de origem humilde é a rapo do tacho de uma familia de 6 irmãos, todos homens. Com a vida dos 5  até os 15 anos na lavoura da pequena cidade de Brusque, Clara amava a familia, estudava e diga por sinal era a melhor aluna do condado e trabalhava para ajudar nas finanças da familia Caralina. Clara vendia botões de rosa por toda a cidadela, as rosas plantadas no pequeno e singelo sitio na familia. Nossa moçinha vendia porque tinha o sonho de que um principe encantado ajudasse ela e sua familia na vida.

Como falamos o desempenho escolar de clara era excelente, em um concurso de bolsas para estudar na cidade megalomanica de São Paulo, ela foi aprovada, neste concurso ela tinha direito a escola, academia, Starbucks, McDonald´s, e todos os prazeres da cidade frenética.

A sua chegada no municipio foi dificil, muito preconceito, amigos da escola a gritavam e faziam coro

- CLAiPIRA!!!!!!

Mas nossa guerreira sabia que teria que escutar pois aceitou a bolsa para poder dar uma vida melhor a sua familia que deixaste no interior de Santa Catarina.

Morava sozinha em uma kitnete, no centro de são paulo, o apartamento alugado pelos seus pais era muito caro e Clara logo teria que arrumar emprego, pois se não perderia o apartamento e conseguentemente iria ter que voltar para Brusque. Passado alguns meses e nada, ainda nada.

Mas não era apenas na escola, que ela sofria de preconceito, nas ruas, devida a sua beleza angelical, pele braquinha, carinha de dó, e seu corpo esbelto, Clara era...uma menina que sofreu com a mudança.

Clara será que vai cansar e voltar para sua cidade ? Clara é a moçinha nunca desistirá, correrá a passos largos atrás dos seus sonhos, familia e amor.

"Como seria se nós conseguissemos ver as ondas do rádio, telefone, microondas ?"